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Aqui está a vossa ervilhinha, a poucas horas de aterrar em Lisboa, mais uma vez, de escala! ;)E pronto, Feliz Natal, sempre a correr, O mundo sobre o qual este Pai Natal e suas reninhas estão a voar espera-me...
Agora uma semana no doce calor do nosso Portugal, com todos os seus defeitos, mas o berço é sempre o berço... ;)Beijinhos para todos, e muitas prendinhas!
A preparar a composição para o exame de Holandês. É de ficar para a história... com a sua boa dose de imaginação, mas sem tradutores automáticos, nem outros que tais! Hallo! Ik ben de Erwt (a Ervilha), en jij?Ik ben in negentienvijftentachtig, in Lissabon geboren. Lissabon licht in Portugal, een mooi land.Ik ben in negentieneenennegentig school begonnen, en een jaar later heb mijn eerste fiets gekregen. Ik heb in tweedousandendrie de universiteit begonnen: Toerisme, niet een droom maar ee leuk gebied. Een jar eerder heb ik de kunst ontdekt, en ben ik met schilderen begonnen.In tweedousandenvier is in mijn leven een nieuw tijdperk begonnen: ik ben naar Italie verhuisd en heb ik kennis Stromboli gemaakt.Later, ben ik naar Portugal terugekeerd maar Italie niet vergeten. Ik ben in juni tweedousandenzes naar Spanje gegaan, maar in augustus naar Breda gekomen, om Toerisme aan de NHTV ik studeren!Pretigge avond, een leuk kerst en success in jij leven! Groetes....Já ficaram todos a saber um pouco mais sobre mim!!! ;)
Depois, claro, há sempre aqueles gestos errados, sorrisos que não deviam ter sido esboçados, ou uma cabeça que se virou para o lado quando na verdade deveria ter sido erguida verso o céu. Mãos que não se cruzam porque se querem e se deviam simplesmente ter enlaçado, ou NADA. Nada, a simples apatia, e fingir, ignorar o outro corpo na mesma cama, a mesma vontade. Esquecer este Tempo, de fronteiras indelimitáveis - se as houvesse. Pensar, ou afastar-se do pensamento a passos largos, como se nele tivesse o momento em que o futuro muda - e estava.Agora o silêncio, e as ruas de uma cidade vazia, que não dizem nada senão a loucura que provocam nos subúrbios do meu pensamento, e desejo ter cruzado os braços há muito tempo, fechado os olhos, e virado para o outro lado. Assim só, como se não lá esivesses. Talvez tivesse sido essa a única maneira de fazer com que agora estivesses aqui.
...Cair de bicicleta!Vá, desmanchem-se a rir, força! Desta vez Mário, o contrabandista de bicicletas cá do burgo, deu-me um topo de gama, com o guiador em C e/mas travões de pedalar para trás... método cheio das suas peculiariedades (e suicida)!Bem gira é ela, mas ao fim do 1º dia e meio já tenho um joelho esfolado, um tornozelo dorido e estive demasiado perto dos canais por duas vezes (e eu que ate ja tinha tomado banho de manhã...)!Ah, claro, e fui ao chão no meio dum cruzamento, pois claro!... E pronto, lá vêm as questões culturais: em Portugal teria sido atropelada, mas teria acorrido todo o cão e todo o gato. Aqui os carros travaram, mas nem os ciclistas que estavam ao lado se dignaram a olhar pra ver se eu ainda mexia!
Resultado: 22 pontos
Eu tenho um excelente vocabulário.
Teste Seu Vocabulário.Foi o que eles disseram... E só não é mais alto porque andam pra lá umas palavras em brasileiro a lixar os meus conhecimentos!!!
Parece que afinal ainda não sou espanhola de todo! ;)
Sinterklaas en Zwart Piet, um dia de natal especial (sem prendas) por terras holandesas! A tradição diz que é para ser comemorado em família, mas à noite, porque aqui nem este dia é feriado, vaya workaholics!!!E nem é que a lenda seja racista, nah, quem dá as prendas é o Sinterklaas, um velhote muito parecido com o nosso Pai-Natal, mas quem as carrega e entrega pla chaminé abaixo é o escravo negro!!E eu pergunto "então e as nossas amiguinhas renas? Como é? Ficam no desemprego???"Também quero receber p'endas!!! :'( :'( :'(
Dos comboios que vão para a Antuérpia...Com todas as cidades que vêm depressa, entram eufóricamente pela janela, e se afastam perdidas com a nostalgia do passado. Pela janela deste comboio vejo a tua imagem reflectida no vidro, persistente e inalterável apesar da correria das imagens que me correm pelos olhos, das cidades que vamos abandonando, sem sequer ter estado. Antuérpia fica para trás, com os seus comboios, com a tristeza de qualquer sonho realizado, e eu penso em nós e nas distâncias. De como não as consigo sentir e gosto de adivinhar as tuas palavras e expressões e calculo quantos comboios já apanhámos juntas, em quantas cidades, ou quantos mais e onde apanharemos.