segunda-feira, 3 de maio de 2004
Não me apetece fazer nada...
Por isso vou ficar aqui quietinha, olhar para o mar e sorrir... Quando me perguntarem pelos trabalhos vou contar a minha tarde de praia, e se algum professor me der zero é porque ficou roídinho de inveja! Eh eh :)
sábado, 1 de maio de 2004
Para os visitantes...
Completem a frase ao sabor da vossa imaginação... Vá lá... Quero ver o que sai daí! Usem os comments e eu depois transponho para aqui! Encontrei há bocado este exercício, quero ver as vossas respostas! Beijinhos para todos os que responderem****
Vem. Abre o livro. Quem lê não está morto, somente...
...Somente procura ideias em que nunca tenha pensado, um pensamento que complete. By Claudia
...Adormecido. By Vaca Louca
«...Pergunta-se. Questiona-se. Sente o vazio de gritos mudos no seu interior. Imperceptível que se abra o LIVRO e as páginas não se virem. São paredes brancas que se nos deparam; na espera que um dia por entre signos convertidos em verbos, as respostas surjam nas paredes brancas, nas folhas virgens que o LIVRO aberto deseja têr.
«Lêr» é algo que é vivido em Silêncio e Dôr...» By Miguel
... Vagueia por paisagens onde os outros veem cemitérios e cadaveres. Porque para os inquisidores, o livro é a morte, a luz que cega de tanta intensidade. Para ti, ele é a fénix que mesmo depois das bebedeiras de luz, renasce ao virar de cada página. By Bernardo
...buscando vida! By Reflex
«Lêr» é algo que é vivido em Silêncio e Dôr...» By Miguel
A ressaca queima e torna o meu corpo vazio: o amor existiu apenas no outro e doeu nele.
Há um grito que fica gravado dentro de nós por cada vez que amamos. A ressaca queima quando o amor acaba, torna o corpo vazio como váquo quando o amor existiu apenas no outro e doeu nele. Eu prefiro sentir a dor ao váquo. Prefiro amar-te na hora em que partes, e ver-te doido de vazio, quase invisivel pelo nada que conténs. Sinto-me agora só, mas amei um dia e fiquei plena dessa vez. Vou lendo o grito gravado cá dentro, e ardendo em dor como se tivesses sido o primeiro. Tu divagas e perdes-te, nem chegando a ser teu, tal é o egoísmo. E desapareces. Evaporas sem a singularidade do éter. Perdes-te em nada, de tanta integridade!
O sentido deste poema foi-me dito uma vez mas com outras palavras. Esperimentei estas, e ei-lo!
quinta-feira, 29 de abril de 2004
Dia Mau
Chove ácido por todos os lados, alastra e desfaz o meu corpo de carne viva esfolada, curtida por chicotes com pregos nas pontas que só a custo se separam do osso. Quem passa e assim me vê não reage. Ataca quando pode, e há sempre mais alguém disposto a apedrejar-me por crimes que não cometi e ódios que não sente. É como me sinto neste dia que acontece assim eu eu perceber porquê...
quarta-feira, 28 de abril de 2004
If you are Miguel...
Miguel diz-me qual é o teu blog, por favor, para que te possa criar 1link no meu blog!!! É que eu ainda não percebi se sou visitada por dois Migueis ou por um Miguel com dois blogs... Lol! too much confusion to my little head! Beijinhos, responde por favor!
Criança
Estava a ler o blog do cão, quando me lembrei de algo que relembro com nostalgia...
Os meus tempos de criança (apesar de ainda não ter passado mais de uma década)! A verdade é que tenho saudades de correr pela rua de terra batida a gritar bem alto que não queria comer a sopa, fugir pra casa da vizinha quando partia um copo, e ficar a brincar na rua cheia de vontade de ir a casa-de-banho, mas não ir porque se entrasse em casa teria de lá ficar para jantar!!! Era tão giro andar de bicicleta, tropeçar e esfolar os joelhos ferida sobre ferida inundada por pó (marcas que conservo com grande orgulho) e ouvir a minha mãe ralhar porque manchava a roupa toda com o óleo da corrente da bicicleta... fazer mixórdias para dar de comer às bonecas (que só usava quando estava de castigo), e acima de tudo, vestir roupa minha aos meus cães (cachorros na altura). Uma década depois já alcatroaram a estrada e os miúdos preferem ir pra casa uns dos outros no jogar computador que eu na altura não tinha... Não invejo. Hoje o mundo que me rodeia exige de mim posturas e acções que não tenho, não sou. Sou inundada pela vontade de voar enquanto me sento nesta cadeira e me calo. Voei um dia. Sei que na minha aldeia haverá sempre espaço para o meu voo, e também para nadar pelo rio em direcção à minha adorada cascata.... Sorrio enquanto me lembro de como doía a água-oxigenada sobre os joelhos esfolados...
Os meus tempos de criança (apesar de ainda não ter passado mais de uma década)! A verdade é que tenho saudades de correr pela rua de terra batida a gritar bem alto que não queria comer a sopa, fugir pra casa da vizinha quando partia um copo, e ficar a brincar na rua cheia de vontade de ir a casa-de-banho, mas não ir porque se entrasse em casa teria de lá ficar para jantar!!! Era tão giro andar de bicicleta, tropeçar e esfolar os joelhos ferida sobre ferida inundada por pó (marcas que conservo com grande orgulho) e ouvir a minha mãe ralhar porque manchava a roupa toda com o óleo da corrente da bicicleta... fazer mixórdias para dar de comer às bonecas (que só usava quando estava de castigo), e acima de tudo, vestir roupa minha aos meus cães (cachorros na altura). Uma década depois já alcatroaram a estrada e os miúdos preferem ir pra casa uns dos outros no jogar computador que eu na altura não tinha... Não invejo. Hoje o mundo que me rodeia exige de mim posturas e acções que não tenho, não sou. Sou inundada pela vontade de voar enquanto me sento nesta cadeira e me calo. Voei um dia. Sei que na minha aldeia haverá sempre espaço para o meu voo, e também para nadar pelo rio em direcção à minha adorada cascata.... Sorrio enquanto me lembro de como doía a água-oxigenada sobre os joelhos esfolados...
Apesar de tanta energia e euforia...
domingo, 25 de abril de 2004
Há trinta anos atras alguém ofereceu a vida para que hoje fossemos de facto livres. Trinta anos depois abrem-se telejornais com notícias de futebol, e se comenta a revolução como se tratasse de um fait-divers. Pergunto-me se a sociedade actual merece o esforço feito contra a opressão e a censura, já que procuramos incessantemente pertencer à norma, e cumprir a regra, com medo de olhares críticos, (in)conscientemente transformados em lápis azul.
Tal como disse uma vez, não sou a justieira do mundo, nem os meus comentários os mais acertados, mas não consigo engulir o facto de hoje os telejornais terem sido abertos com a vitória do Porto! (Too sad for me)
(Liberdade de inverter as cores) ;)
(Liberdade de inverter as cores) ;)
sexta-feira, 23 de abril de 2004
Asas
Abre as tuas asas e levanta voo. mesmo que a tua gaiola seja pequena ou apertada, talvez a partir dela consigas vislumbrar novos céus a alcançar!!!
A Ervilha!!!
Esta sou eu! Com um profundo gozo pela vida, com vontade de ser eterna! Se morrer hoje sei que já me diverti bastante ontem, mas sem comprometer o amanhã!!! Eh EH
Que direito temos para dizer aos outros verdades que eles não querem saber?!
Estava a passear pelo castelo com um amigo especial, quando um homem curioso se aproxegou de nós. Disse estar a fazer um estudo qualquer, e perguntou se nos podia fazer um pequeno interrogatório. as perguntas eram engraçadas, algumas bastante curiosas, e quando no fim lhe perguntámos o porquê daquele tipo de perguntas ele respondeu-nos com outra pergunta:"O que querem um do outro, e porque estão juntos?" Nós dissemo em coro (e juro que sem combinar): "Dvertirmonos!!!!". Ele apontou a resposta, e quando levantou os olhos das folhas disse sorrindo: "o facto de saberem tõ bem o que querem um do outro, e os dois quererem o mesmo só prova que querem algo mais do que divertimento!!"
O meu amigo berrou-lhe que direito tinha ele de dizer às pessoas verdades que elas não querem saber, mas ele não lhe respondeu. Fui leválo a casa, não nos voltámos a falar, ver, tocar. Voltei ao Cstelo em busca de respostas, mas não encontrei ninguém.
volto a perguntar: que direito temos de dizer uns aos outros coisas que os outros não querem saber??? Haja alguém que me responda!
O meu amigo berrou-lhe que direito tinha ele de dizer às pessoas verdades que elas não querem saber, mas ele não lhe respondeu. Fui leválo a casa, não nos voltámos a falar, ver, tocar. Voltei ao Cstelo em busca de respostas, mas não encontrei ninguém.
quarta-feira, 21 de abril de 2004
domingo, 18 de abril de 2004
Ir
Vou saltar desta varanda, abrir todas as janelas e deixar que voem as minhas memórias. Seja qual for a queda, haverá de certeza um amigo para "sarar as minhas fridas, e por-me a salvo para além da loucura!"
Aqui vou eu!...
quinta-feira, 15 de abril de 2004
A minha secretária
Para não dizerem que vos desprezo, vou mostrar-vos o sítio onde tenho passado mais tempo, nestes últimos dias... Xaran!
Arrumadíssima como sempre, e com tanto espaço livre, acabei por ter de vir estudar prá Biblioteca Municipal! Enfim, coisas da vida (ao menos aqui há muitos livros, net à pala d um barzinho bom onde lanchar :)
Arrumadíssima como sempre, e com tanto espaço livre, acabei por ter de vir estudar prá Biblioteca Municipal! Enfim, coisas da vida (ao menos aqui há muitos livros, net à pala d um barzinho bom onde lanchar :)
domingo, 11 de abril de 2004
Ausência
Vou andar perdida entre os meus apontamentos de história e a minha ignorância, por isso é natural que este blogue se ressinta... Se isso acontecer têm todo o direito de reclamar, mas se não acontecer reclamem na mesma porque é sinal de que eu não ando a estudar....
Fica por agora um BEIJO ENORME para todos os meus fãs!!!*****
sábado, 10 de abril de 2004
quarta-feira, 7 de abril de 2004
Fervença
Eu tive a pensar, e reparei que estava a ser injusta com a minha pobre cadela (o bicho mais feio e cómico que já vi!) e por isso resolvi postar hoje uma foto dela!!!! :)
terça-feira, 6 de abril de 2004
Lutar
Devemos sempre lutar, sempre! Porque aquilo que nos rodeia hoje está longe de ser idilico... Devemos lutar.... Porque mesmo que os resultados não sejam reais... quando for velhota e não me puder mexer ao menos vou conseguir dizer: "um dia, quando tinha forças para isso, tentei mudar o mundo!"
Julieta
Adoptei-a há quase 7anos (nunca tinha reparado que ja passou tanto tempo), quando ela era bebé e na vizinhança ninguém a queria por ser fémea e por ter milhões de pulgas). Dei-lhe leite, Program, colo, mimos e algumas maldades, mas até agora sempre a tinha visto como o saco de pulgas que me pede comida a toda a hora. Só que ontem, quando estava a brincar com o meu brinquedo novo, reparei que secalhar a minha gatinha bissu-bissu até tem mais persionalidade do que isso...
sexta-feira, 2 de abril de 2004
Insónia
Talvez a insónia seja para a nossa mente como um virus para o nosso computador... Vem reaproveitar ficheiros antigos, sentimentos antigos que nunca chegámos a eliminar totalmente, nos limitámos a esquecer. Por vezes no meio dessas pastas desactivadas encontramos documentos soltos e fragmentados que se conseguem inexplicavelmente envolver e condicionar a nossa vida actual, a forma como pensamos hoje.
Na noite em que escrevi o poema anterior (ha já dois anos) tive de facto uma insónia horrivel (fiquei acordada a noite inteira). Esta semana aconteceu o mesmo, e escrevi um outro poema, que talvez publique neste blogue daui a dois anos!!!
Obrigada aos comments no post anterior, foi deles que surgiu este :)
terça-feira, 30 de março de 2004
Nós
A minha religião é o sentimento, que deixou de ser vago nesta hora em que te conheço sem adereços. Em que me tomas mesmo assim vazia, mesmo assim sem personagem. Mesmo assim de um só eu. Comungaremos em conjunto, e quando os sinos tocarem para a missa saberemos que somos casados pela vontade que é a do Homem, maior que deus, sempre que ama!
sábado, 27 de março de 2004
Farta
Estou farta de fazer coisas de que não gosto, sorrir quando não quero e de dizer ao espelho que está tudo bem.
Cansada de não ter tempo para o que me dá gozo, cansada, cansada, cansada.
Cansada de não ter tempo para o que me dá gozo, cansada, cansada, cansada.
quarta-feira, 17 de março de 2004
Poix...
Experimentei o amor no teu corpo
sem o ver, sem lhe tocar.
Vislumbrei-o nos teus olhos
enquanto sorrias
e eu temia que quebrassem
com tanta força que eles tinham.
É agora na tua falta
que os sinto em mim, percorrendo-me,
provocando o desconforto nas palavras ditas
e nas que guardei para mim de tanto as querer.
Saudade. Assim termina o poema.
Choro. Assim culmino nos teus olhos.
sem o ver, sem lhe tocar.
Vislumbrei-o nos teus olhos
enquanto sorrias
e eu temia que quebrassem
com tanta força que eles tinham.
É agora na tua falta
que os sinto em mim, percorrendo-me,
provocando o desconforto nas palavras ditas
e nas que guardei para mim de tanto as querer.
Saudade. Assim termina o poema.
Choro. Assim culmino nos teus olhos.
segunda-feira, 15 de março de 2004
I'm getting there
Estou quase a arranjar coragem para dizer aquilo que provavelmente já sabes...
Ainda não escolhi a forma, o meio ou as palavras, mas pelo menos ja sei o que te quero dizer!:)
Ainda não escolhi a forma, o meio ou as palavras, mas pelo menos ja sei o que te quero dizer!:)
sexta-feira, 12 de março de 2004
Música sem som
Quero Voar.
quarta-feira, 10 de março de 2004
O Gajo que dorme comigo todas as noites
domingo, 7 de março de 2004
Água de cores
Há um sonho a bater a porta, la fora, num dia de chuva. O sonho molha-se e disfaz-se como papel de cores.... Eu choro pelo meu sonho, mas pego na água de cores que ele deixou, unjo com ela o meu corpo, transformo-me em éter, e sou um arco-iris que te faz sorrir neste triste dia em que as tuas lágrimas destruiram o meu sonho.
sábado, 6 de março de 2004
Tá no papo!
Ontem tava num bar com uma amiga, profundamente embuída numa conversa de alto interesse (as calças que tínhamos acabado de ver numa montra ali ao lado) quando um rapaz se chega ao pé de nós e se mete connosco. A minha amiga ainda chateada por não ter dinheiro para comprar as calças, salta da cadeira, e diz-lhe "Vai morrer longe!" com uma cara que até a mim me meteu medo! O gajo faz um sorriso vitorioso, chega ao pé dos amigos e diz: "Já tá, esta tá no papo!!!". Eu desmanchei-me a rir... ...qual terá sido a parte que ele não percebeu?!
quinta-feira, 4 de março de 2004
Em estado de choque
Então não é que hoje tive de ir ao Hospital Amadora Sintra a seguir ao jantar, e me mandaram embora antes do pequeno almoço????
Por um Menu com Triagem, Raio X, Observação e Injecção só tive de esperar uma hora e meia!!! Ok, ok, eu admito que à saída até me senti frustrada ao olhar pra maremita com o pequeno almoço e prós jogos de paciência que levei pra me entreter...
Qualquer dia até tenho direito a ser atendida por médicos que saibam falar português, onde é que já se viu....
Por um Menu com Triagem, Raio X, Observação e Injecção só tive de esperar uma hora e meia!!! Ok, ok, eu admito que à saída até me senti frustrada ao olhar pra maremita com o pequeno almoço e prós jogos de paciência que levei pra me entreter...
Qualquer dia até tenho direito a ser atendida por médicos que saibam falar português, onde é que já se viu....
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