quarta-feira, 17 de março de 2004

Poix...

Experimentei o amor no teu corpo
sem o ver, sem lhe tocar.
Vislumbrei-o nos teus olhos
enquanto sorrias
e eu temia que quebrassem
com tanta força que eles tinham.
É agora na tua falta
que os sinto em mim, percorrendo-me,
provocando o desconforto nas palavras ditas
e nas que guardei para mim de tanto as querer.
Saudade. Assim termina o poema.
Choro. Assim culmino nos teus olhos.